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RICARDO MARQUES


 
 

"RICARDO MARQUES ASSINA SEU DIPLOMA"

Autor: RICARDO MARQUES

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Quando: 18/02/2008

RICARDO MARQUES ASSINA DIPLOMA COMO VEREADOR



Categoria: Citação
Escrito por RICARDO MARQUES às 16h56
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"Manifestação contra a Dengue"

Autor: Ricardo Marques

Buscar na Web "Ricardo Marques"

Em Grande manifestação dia 30/03/2008 domingo que passou, Ricardo Marques coordenou a manifestação que já deu uma grande repercussão contra a dengue, estiveram presentes varias lideranças entre elas o Petista Dr. Paulo Cezar, em caminhada na Avenida Elizabet Marques no setor Maysa 1, a cada minuto foi protagonista um manifestante falando sobre a dengue. Tivemos vários companheiros do PT de Trindade entre eles os companheiros, Jorge(St. Cristina), Pedro Paulo(Região Central), Maurílio(Renata Parque), Ademir(Maysa 1), Kelem(D. Iris II), Marcos(D. Iris II), Rosangela Marques(JD. Floresta), Ricardo Marques(JD. Floresta), Daniela Mendes(JD da Luz), Jose Acássio(JD da Luz), Elton Jone(JD da Luz), Arquidones(Região Central), Marlene(Região Central), Divina(D. Iris II), Adriana(D. Iris II) e Beumiro(JD California) e Outros. Podemos ate dizer que foi uma manifestação de um povo petista, mais com muita seriedade e sem fins políticos, buscamos ali informar a população do que esta acontecendo na região Leste de Trindade e em toda Trindade, a nossa manifestação surtiu um efeito tão bom que na terça feira dia 01/04/2008 as 19:00 horas, aconteceu uma reunião no Fórum de Trindade com o Promotor de Justiça Eudes e outras lideranças da sociedade organizada, não podemos falar que a passeata influenciou em ter essa reunião, mais posso afirmar que ajudou e muito, só para você intenauta poder ver a ajuda que deu a manifestação, o próprio prefeito de Trindade esteve na reunião e falou sobre a manifestação. Percebemos que ele esta preocupado com esse trabalho nosso e secretária de cidadania também esteve presente e demostrou essa preocupação. O promotor falou que apóia a iniciativa e relatou que um colega seu de trabalho foi infectado com o vírus da dengue e disse: "nossa achei que estava morrendo de dores no corpo e dores abdominais". Solicitou que a reunião fosse para aglutinar e não para se tornar um ato político, deixou o ministério publico a disposição para qualquer ação e falou um pouco sobre o ano, que e um ano eleitoral mais que não tinha problema fazer distribuições de brindes por parte da prefeitura após outubro ou seja apos as eleições. Relatou ainda que ficou muito magoado com o fato de um trabalho que ele fez com alunos e foi criticado por isso. A companheira Lindaura também deu sua contribuição falando sobre a educação e representado os professores e diretoras de Trindade, cobrando do prefeito o Semear Consciência, que o prefeito diz acatar. Dr. Paulo Falou para o Secretário Dr. Rogério Tavera, que não estava de acordo com fazer um arrastão da limpeza porque em seu período como secretário sofreu com a infestação de escorpiões por culpa do lixo deixado nas calçadas pela população. e a favor de um mutirão organizado e bem programado. Cobrou ainda do secretário da saúde a liberação de internações nos hospitais particulares de Trindade por conta do SUS (Sistema Unico de Saúde), se possível no dia 02/04/2008, no dia seguinte a reunião. Nada foi respondido pelo secretário. Nessa reunião ainda houve questionamento por parte do companheiro Jorge Filho e Ricardo Marques. Ricardo Marques questionou ao promotor que disse: " que deveria ser cobrado uma taxa ou imposto de quem não limpassem suas residências" ou seja mais impostos para a população. Ricardo Marques falou para o promotor que se cobrar imposto da população para ela limpar seu lote esta correto. Deve-se cobra também imposto da prefeitura das áreas publicas que ela não estão limpando, dos bueiros e etc. o promotor concordou. Ricardo Marques.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 15h06
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"Tese Aponta Dr. Paulo com Pre candidato do PT."

Autor: Arquivaldo Bites

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Quando: 01/04/2008

O conteúdo desta resolução mostra que a posição do PT de Trindade está no rumo certo. Ao avaliar a correlação de forças, verificadas através de vários fatores históricos, incluindo-se a capacidade gerencial, o poder de aglutinação de forças políticas, a credibilidade política perante a comunidade, a manifestação de acatamento das propostas formuladas pelo Fórum de Apoio ao Governo Lula e em Defesa de Trindade, condições de levantamento de recursos para a campanha, vai-se desaguar na posição de se participar da campanha eleitoral para Prefeito e Vereador deste ano numa ampla coligação com participação do PT, PMDB, PP, PDT, PHS, PV, PSOL, PSDC, PAN, PTC, PSL e PRB, mas aberto e buscando ainda a participação de qualquer outro partido que faz parte da Coalização do Governo Lula e que se dispuser a ser oposição à candidatura do PSDB. O PT não pode cair no isolamento, com candidatura própria isolada, o que fatalmente levará o Partido a mais um fracasso eleitoral. Alegar a existência de altos índices de rejeição a um ou outro nome que representa outros partidos que compõem o Fórum em Defesa de Trindade é fazer política sem levar em consideração que para se alcançar união é preciso tratar o outro como se gosta de ser tratado. É preciso ter maturidade e saber fazer e se dispor a fazer uma criteriosa análise da tática eleitoral com vistas a ganhar a eleição para efetivamente poder administrar a cidade e assim colocar em prática o “modo petista de governar” e as propostas do ParTido para o bem da coletividade. Com estes entendimentos e baseados na construção de um programa de governo democrático, o PT deve fazer coligação compondo com o PMDB, com a presença de um nome do PT na chapa majoritária, devendo-se abrir um processo de discussão sobre o plano de governo, forma de administrar e a participação do Partido na futura administração. A questão não é simplesmente apoiar um outro partido, um ou outro nome, ou ser apoiado por alguém. A questão é participar de igual para igual em qualquer das duas situações. Ou seja, fazer política onde uma mão lava a outra e as duas lava o rosto. Não se trata de apoiar e não participar, mas sim participar conjuntamente, a exemplo do que o Presidente Lula tem feito com o Governo de Coalizão Nacional. É preciso ter clareza que o lançamento de candidatura própria isolada (sozinha), bem como efetivar coligação com partidos e/ou nomes sem qualquer expressão, acabará levando os candidatos, dirigentes e militantes do PT, mais uma vez, para o sacrifício, o que será ruim para todos e não contribuirá sequer para o fortalecimento político do PT no município e nem atenderá a orientação estratégica da Direção Nacional. Assim, objetivamente, com base nos direitos previstos no estatuto (artigo 142, entre outros), de acordo com o Regulamento das Prévias e Encontros de 2008, bem como observando o calendário estipulado pelo Diretório Municipal de Trindade nas reuniões de 09/02 e 16/03 últimos, os membros da Direção Municipal e filiados(as) do PT de Trindade ao final nominados, em número suficiente (mais de um terço dos membros da CEM Municipal), apresentam a seguinte proposta de tática eleitoral para o ano de 2008: I - O PT apresentará o nome do Doutor Paulo César como candidato a prefeito e buscará a viabilização de uma coligação ampla, com prioridade para o PMDB, com participação de todos os demais partidos que compõem o Fórum de Apoio ao Governo Lula e em Defesa de Trindade (PT, PMDB, PP, PHS, PDT, PV, PAN, PSL, PTC, PSDC, PSOL e PRB), estando aberto a outros partidos que fazem parte da Coalização do Governo Lula, desde que se disponham a fazer oposição à atual administração de Trindade (PSDB), submetendo-se a observar vários fatores para a referida composição, com destaque para a densidade eleitoral (a ser verificada através de pesquisas eleitorais isentas), condições estruturais para a campanha, possibilidade de aglutinação de forças, compromisso de gestão democrática, entre outros pressupostos defendidos pelo ParTido, admitindo-se que o nome do PT conste como candidato a vice-prefeito, sem apresentar veto a qualquer nome ou nomes de representantes de qualquer partido citado no arco de alianças, que melhor contemple as diretrizes acima citadas. II - Para viabilizar esta proposta, a Comissão Executiva do Diretório Municipal de Trindade estabelecerá um calendário de discussão com os demais partidos, exceto o PSDB e DEM, de forma a se garantir a presença do nome do PT na composição da chapa majoritária, a tempo de se tomar posição eleitoral caso tal proposta não seja contemplada. III – Para Constar e estritamente para atender o contido no artigo 2º do Regulamento das Prévias e Encontros do PT para as eleições de 2008, os signatários deste REQUEREM, nesta oportunidade, que as propostas desta tese sejam consideradas como uma “proposta de apoio a candidato de outro partido”, meramente para se garantir a realização do “Encontro Municipal para definição da política de alianças e tática eleitoral, denominado Encontro de Definição de Tática Eleitoral”. IV – Requer-se, ainda, que se considere desde já como candidatos a Delegados(as) a relação de filiados(as) ao final nominados, permitindo-se, de acordo com o regulamento próprio, o direito de se incluir e/ou substituir nomes dentro do prazo previsto no artigo 8º do citado regulamento.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 12h41
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"MANIFESTAÇÃO CONTRA A DENGUE"

Autor: Fabio da Terra

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Quando: 28/03/2008

Press Release - Goiânia, 26 de março de 2008 AÇÕES INOVADORAS CONTRA A DENGUE Sofrendo um verdadeiro massacre epidêmico com a proliferação dos casos de dengue, a Região Leste de Trindade ganhará ações inovadoras em favor da conscientização popular no combate ao mosquito. Representantes dos 29 bairros que compõe a região estão se mobilizando na realização de uma passeata que acontecerá no próximo domingo dia 30, a partir das 9 horas, saindo da praça da feira do Setor Maysa I e percorrerá várias ruas até a praça da feira do Dona Iris II. Ao longo do trajeto, em um trio elétrico, autoridades e sanitaristas vão estar conclamando a comunidade a se juntar em um verdadeiro e inédito mutirão na limpeza dos lotes, das casas, na recuperação das tampas de cisternas e das caixas com água. O entusiasmo dos coordenadores é muito grande e querem que a iniciativa seja divulgada para espelhar outros logradouros. Com o apoio do Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, Deputado Estadual Mauro Rubem, a idéia e coordenação dos trabalhos é do contabilista Ricardo Marques. A ação e a sua continuidade será discutida em uma audiência púbica convocada para o dia 2 de abril às 19 horas no Fórum de Trindade. Já confirmaram presença nessa audiência: os promotores da Casa, várias associações de classe, o poder executivo e legislativo, sindicatos, sanitaristas, lideranças religiosas, sindicalistas e representantes comunitários dos bairros de Trindade. Outras informações: Ricardo Marques – 62 3577 2396 - 293 4649 - 9141 2866



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Escrito por RICARDO MARQUES às 17h18
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"LIBERDADE RELIGIOSA TEM PROJETO DE LEI"

Autor: RICARDO MARQUES

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Quando: 25/03/2008

Mauro Rubem apresenta projeto de lei para garantir o direito de liberdade religiosa "O direito a inviolabilidade de crença e liberdade religiosa constituem um dos fundamentos do estado democrático, e por isso, estão garantidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Este projeto de lei visa adotar medidas eficazes para defender o direito a plena liberdade das pessoas de se dedicar ao descanso e às atividades religiosas", explica em sua justificativa o deputado Mauro Rubem, autor do projeto de lei nº 605 que propõe que em Goiás todos possam exercer esse direito e ter isto garantido em lei. O projeto que tramita desde novembro na Assembléia Legislativa de Goiás corre o risco de ser rejeitado, uma vez que o relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Júlio da Retífica, deu parecer contrário. Mauro Rubem lembra que em algumas religiões, como os Adventistas do Sétimo Dia, Judeus tradicionais, Batistas do Sétimo Dia, Adventista da Promessa e outros guardam o sábado como dia santificado em função de suas crenças. "Estas pessoas têm o direito de exercer esta liberdade religiosa e por terem estes direitos violados, muitas vezes recorrem ao Poder Judiciário, inclusive para resguardar o direito de participar de concursos públicos, provas ou concluir os estudos cujas aulas são realizadas no sábado", explica o deputado petista.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 09h08
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"PT REJEITA ALIANÇAS COM OPOSIÇÃO AO GOVERNO LULA"

Autor: RICARDO MARQUES

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Quando: 25/03/2008

PT rejeita alianças com oposição e remete casos das grandes cidades para a CEN O Diretório Nacional do PT, reunido nesta segunda-feira (24), aprovou as diretrizes para a política de alianças nas eleições municipais de 2008. Segundo a resolução aprovada, o PT deverá buscar, nos municípios, coligar-se prioritariamente a PCdoB, PSB e PDT, além dos partidos da base aliada do governo Lula, em especial o PMDB, desde que dialoguem com o programa petista. Ainda de acordo com a resolução, eventuais alianças com partidos que fazem oposição ao governo Lula deverão ser referendadas pelas respectivas Executivas Estaduais, cabendo recurso à Direção Nacional do PT. No caso das capitais, das cidades com mais de 200 mil eleitores e daquelas que transmitem horário eleitoral gratuito de rádio e TV, tais alianças precisam também ser “obrigatoriamente” aprovadas pela Comissão Executiva Nacional. Durante entrevista coletiva ao final da reunião, o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini, explicou que a questão de Belo Horizonte se encaixa nesse último ponto. Segundo Berzoini, o entendimento do DN foi no sentido de que, embora a aliança proposta na capital mineira envolva um nome do PSB, ela vem acompanhada de uma tese de fundo que advoga a aproximação programática de PT e PSDB – tese várias explicitada na imprensa pelos seus defensores. “Não há veto à priori, mas o Diretório Nacional, na resolução aprovada hoje, rejeitou a idéia de que possa haver compromissos programáticos entre PT e PSDB na conjuntura atual e menos ainda em relação às eleições de 2010”, disse, lembrando que os dois partidos têm "projetos antagônicos de país". O DN também decidiu que a Executiva Nacional, em sua próxima reunião (31 de março), deverá ouvir dirigentes do PT de Minas Gerais, entre eles o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, sobre o tema. Leia abaixo a íntegra da resolução: As eleições municipais e a política de alianças Conjuntura O Partido dos Trabalhadores vai disputar as eleições municipais de 2008 em uma conjuntura favorável. O Brasil ingressa em um novo ciclo de desenvolvimento. São quatro anos consecutivos de crescimento sustentado, série que atingiu a marca de 5,4% do PIB em 2007. Crescimento puxado por aumento da renda familiar, pela recuperação do salário mínimo, pela geração de mais milhões de empregos formais e pela aplicação de fortes políticas públicas claramente voltadas para a inclusão social e econômica das parcelas mais pobres da população brasileira. O PT e o governo do presidente Lula tiraram o país da situação pré-falimentar a que havia chegado após oito anos sob comando do PSDB e do PFL (hoje Democratas). Recuperamos a capacidade de investimento e, com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), devolvemos ao estado seu papel de indutor do crescimento, invertendo a lógica neoliberal que predominou na Era FHC. Com estas e outras ações, o governo do presidente Lula e o PT têm concretizado uma de suas principais bandeiras históricas: a construção de um novo modelo de desenvolvimento para o país, com forte participação do Estado, distribuição de renda e voltado para um mercado de consumo de massa. A continuidade desse projeto transformador tem sido assegurada, em certa medida, pela coalizão de partidos que dá sustentação e estabilidade política ao governo Lula – o que nos coloca o desafio de estabelecer relações com esses partidos sem perder de vista o fortalecimento do PT. Tática Eleitoral Os principais objetivos do PT nas eleições-2008 são reeleger seus atuais prefeitos e prefeitas, ampliar o número de cidades governadas pelo partido e aumentar sua participação em governos locais administrados por legendas aliadas. Devemos também lançar candidaturas às Câmaras de Vereadores em todas as cidades nas quais o PT está organizado, com o objetivo de ampliar a nossa participação nos Legislativos Municipais. A eleição é municipal. Estarão no centro dos debates questões relacionadas aos problemas dos municípios. O eleitorado quer conhecer os programas municipais das candidaturas à prefeituras. O partido deve se apresentar com programas e projetos municipais consistentes, embasado na percepção da realidade local. Apesar de estarem submetidas à lógica das disputas locais, não podemos perder de vista o que realmente está em jogo nas eleições deste ano. Haverá uma disputa municipal com olhar focado no futuro. Nesse sentido, é uma disputa de caráter local, mas com projeção nas disputas futuras. O crescimento do PT nessas eleições acumula força para a disputa eleitoral de 2010. Por essa razão o partido deve dar uma feição nacional à sua política de alianças, deixando claro que estão em jogo projetos de país diferentes e antagônicos, principalmente em relação a tucanos e democratas (ex-pefelistas). O PSDB, o Democratas (ex-PFL) lideram oposição sem trégua e irresponsável ao governo Lula na Câmara e no Senado, chegando ao absurdo de frequentemente votar contra projetos de interesses sociais e do país como um todo. Exemplo claro foi a derrubada da CPMF no final do ano passado, quando retiraram R$ 40 bilhões anuais do Orçamento da União, dinheiro que já estava reservado para a saúde, benefícios sociais e Previdência. Esperavam fragilizar as finanças públicas, inviabilizar os investimentos do governo e, consequentemente, tirar proveito da situação nas eleições municipais deste ano. Nesse início de ano, obstruíram a votação do Orçamento, ingressaram no STF com ADIN impedindo investimentos do PAC e, agora, tentam obstruir a pauta parlamentar, sob pretexto de limitar a edição de MPs. Nosso projeto é completamente oposto ao dos tucanos e democratas (ex-PFL), que levaram o país à bancarrota econômica, privatizaram o estado, geraram desemprego em massa e aumentaram o universo da exclusão econômica e social. Na campanha, os candidatos do PT devem aliar o discurso local às grandes questões nacionais, comparando os êxitos do governo Lula com o fracasso de tucanos e democratas (ex-PFL) – mostrando, inclusive, os avanços na repactuação federativa e municipalista, como o aumento dos repasses do FPM e os investimentos do PAC nas cidades, muitas governadas por oposicionistas, entre muitas outras ações. O governo Lula é o governo municipalista. E a nacionalização da campanha deve se dar pela defesa dos projetos de investimentos sociais e de infra-estrutura nas cidades. Aliar esse discurso com as questões municipais é de fundamental importância. O PT tem uma longa tradição de governos municipais criativos e voltados a melhoria de vida da população, com vários projetos de sucessos premiados internacionalmente. O modo petista de governar já se tornou uma forte marca em campanhas eleitorais. Levando em consideração cada realidade, devemos destacar as experiências exitosas nas administrações petistas apresentar programas de governo tendo como base os seguintes eixos: comunicação, participação social, cidadania cultural e controle social; desenvolvimento local sustentável; políticas sociais; gestão ética, democráticas e eficientes; planejamento, território e financiamento dos municípios, e, questão de gênero, raça e orientação sexual. Os programas devem ser factíveis e de fácil entendimento da população. É muito importante que o povo compreenda as propostas do partido. A aliança com os movimentos sociais é estratégica. O partido tem uma forte ligação com as organizações populares e deve trazê-las para a campanha, respeitando sua autonomia. As campanhas eleitoras podem e devem servir para mobilizar os movimentos sociais e valorizar o militante, oferecendo argumentos para a disputa ideológica e a defesa das propostas dos nossos candidatos. Sempre na condição de avaliar as condições locais, devemos lançar candidaturas às prefeituras e formar chapas competitivas para vereador, buscando aliados para nossas campanhas. Quando não houver condições de lançarmos um nome próprio, devemos estudar a possibilidade de apoiar candidaturas de outros partidos. A política de alianças em 2008 deve obedecer aos seguintes critérios: 1) alianças programáticas com base nas propostas de governo democrático e popular; 2) defesa do governo Lula; 3) candidaturas com perfil democrático e princípios éticos. Observando esses critérios, podemos fazer alianças com os partidos da base de sustentação do governo Lula, desde que dialoguem com o programa do partido. Devemos construir alianças preferenciais com PCdoB, PDT, PSB, partidos de esquerda e tradicionais aliados do PT, no sentido de conformação de um bloco de esquerda para enfrentar a direita conservadora. O PMDB, pela sua importância na coalizão do governo Lula e pela sua capilaridade, é outra possibilidade de aliança, em que pese sua diversidade nos municípios. Além desses, todos os partidos da base aliada ao governo Lula devem ser procurados. Eventuais alianças com partidos que estão fora da base de apoio ao governo Lula devem ser tratadas como exceções, debatidas e deliberadas em encontro municipal, referendadas pelas Executivas Estaduais, cabendo recurso à Direção Nacional. No caso das capitais de estado, cidades com mais de 200 mil eleitores e cidades que transmitem horário eleitoral gratuito de TV, eventuais alianças com partidos que estão fora da base de apoio ao governo devem ser tratadas como exceções, que serão debatidas e deliberadas em encontro municipal, referendadas pela Executiva Estadual e obrigatoriamente aprovadas pela Comissão Executiva Nacional do PT. Brasília, 24 de março de 2008 Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores



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Escrito por RICARDO MARQUES às 09h04
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"Lula: Chamar PAC de eleitoreiro é "cretinice verbal""

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Quando: 22/03/2008

Lula: chamar PAC de eleitoreiro é "cretinice verbal" O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou nesta quinta-feira (20) de "cretinice verbal" as críticas que recebe sobre o suposto uso eleitoral do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) pelo governo federal. Para o presidente, se isso fosse verdade, não teria sentido fazer convênios com adversários. "De vez em quando falam que para mim: o governo utiliza o PAC eleitoralmente. Isso é de uma cretinice verbal que não tem lógica. Se fosse verdade porque haveria eu de fazer convênios com governador de São Paulo [José Serra, do PSDB] de R$ 8 bilhões, com o Rio Grande do Sul, Paraíba e Minas Gerais [também administrados pelo PSDB] que são meus adversários. [Além de convênio] de R$ 1,1 bilhão com a Prefeitura de São Paulo [administrada pelo DEM]. Não é possível", afirmou Lula, em Foz do Iguaçu (PR). Em entrevista após assinatura de contratos do PAC, o presidente ressaltou que daqui a 15 dias vai visitar vários Estados, inclusive São Paulo e Rio Grande do Sul, para anunciar obras do PAC, pois não leva em consideração o partido do prefeito ou do governador. O que importa, segundo Lula, é a necessidade do Estado ou da cidade. "Quando vou numa cidade que o prefeito não é do PT, obviamente algumas pessoas do PT podem ficar de biquinho: 'porque o presidente vai subir no palanque de outro candidato?' Não estou subindo com candidato, estou com quem de direito, naquele momento, representa o município", afirmou.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 16h56
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"PT DE GOIÂNIA CORRIGE NÚMERO DE DELEGADOS AO ENCONTRO MUNICIPAL"

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Quando: 20/03/2008

PT de Goiânia corrige número de delegados ao encontro municipal De acordo com informações da Secretaria de Comunicação do PT de Goiânia foi feita uma correção no número de delegados eleitos para o encontro municipal, que decidirá se o partido fará uma composição com o PMDB ou se lançará candidatura própria à prefeitura da capital. Os números corretos são: Chapa pró-composição: 116 delegados Chapa pró-candidatura própria: 115 delegados O número correto de filiados aptos a votarem também não era 2.260 como foi divulgado e sim 2.298 filiados.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 11h19
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"MEC LEVA MÉDICOS E PROFESSORES A TODAS CIDADES DO BRASIL"

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Quando: 20/03/2008

Programa do MEC deve levar médicos e professores a todas as cidades do Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Educação, Fernando Haddad, devem anunciar no próximo dia 29 um programa que pretende levar médicos e professores para todos os municípios brasileiros onde há carência destes profissionais. Atualmente, cerca de 1,2 mil cidades não contam com atendimento médico. Já no sistema público de ensino básico, o déficit é de 250 mil vagas. A intenção do MEC é suprir estas carências com profissionais formados com auxílio do Fies (Financiamento Estudantil). Para quitar os empréstimos feitos junto ao governo, eles trabalhariam no sistema público de saúde e educação. Apenas novos candidatos ao Fies poderiam aderir a essa proposta. A adesão não é obrigatória. Atualmente, existem 14,3 mil alunos de Medicina no Fies. A inadimplência média do programa, para todos os cursos, é de 23%. Segundo publicou o jornal O Estado de S.Paulo nesta quinta-feira (20), a proposta é dada como aceita dentro do governo, já que conta com “extrema simpatia” do presidente Lula. Ainda falta encerrar as negociações com a equipe econômica. “São recursos que a União deixa de receber”, lembra o secretário de Ensino Superior do MEC, Ronaldo Mota. “Mas, neste momento, pode ser mais importante a troca por educação e saúde”. Um dos detalhes a decidir, por exemplo, é se o programa para professores seria para todas as áreas ou, dada as limitações financeiras, concentrado em matemática, física, química e biologia, disciplinas em que o déficit de professores é grave. Também não estão definidas quantas vagas seriam oferecidas, se todas as necessárias ou apenas um número limitado por ano, e quanto tempo os estudantes teriam que trabalhar para quitar seu empréstimo. Mas já está decidido que o futuro médico ou professor não trabalhará de graça. Na verdade, ganhará duas vezes: um salário, pago pelas prefeituras ou governos estaduais, e a quitação do seu empréstimo. Os candidatos terão que cumprir pelo menos 20 horas semanais.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 11h17
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"REGULAMENTO DE PREVIAS DO PT DE TRINDADE"

Autor: RICARDO MARQUES

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Quando: 19/03/2008

Sabendo que foi aprovado pela CEN em 25 de fevereiro de 2008, de acordo com o artigo 142 do Estatuto do PT, quando 1/3 ( um terço), no mínimo, dos membros do Diretório Municipal apresenta PROPOSTA de apoio a candidato a Prefeito de outro partido, deverá ser realizado, antes da abertura de inscrições a précandidatos, um encontro Municipal para definir a politica de alianças e a tática eleitoral, denominda Encontro de Definição de Tática Eleitoral. Com essa obrigatoriedade o Partido dos Trabalhadores de Trindade obedecendo o art. 3º da CEN, divulga a todo o Diretorio Municipal de Trindade e Execultiva do Partido que fica até o dia 30 de março de 2008, na residencia da dona messias o recebimento das eventuais Propostas a serem apresentadas das 8:00 horas ate as 18:00 horas. Caso seja apresentada proposta de apoio no prazo definido pela CEM (artigo 3º, o Encontro de Definição de Tática Eleitoral será realizado observando-se um intervalo mínimo de 21 (vinte e um ) dias apos o fim do prazo de apresentação de proposta.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 13h40
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"Emprego Formal Bate Novo Recorde"

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Quando: 19/03/2008

Emprego formal bate novo recorde e tem melhor mês de fevereiro da história O emprego formal no Brasil cresceu 38% em fevereiro, se comparado ao mesmo mês do ano passado. No período, o melhor fevereiro da série histórica, foram criadas 204.963 novas vagas, segundo divulgou hoje o Ministério do Trabalho e Emprego. Os dados são referentes ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em relação ao saldo de janeiro deste ano, o volume representa um aumento de 0,7%. Em fevereiro do ano passado, foram criados 148.019 mil novos empregos. O emprego formal no primeiro bimestre de 2008 também teve valor um recorde. Em relação ao saldo de janeiro e fevereiro do ano passado, houve aumento de vagas de 1,2%. Nos dois primeiros meses do ano, já foram abertos mais de 347,8 mil novos empregos com carteira assinada, segundo dados do Caged.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 11h23
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"Pode mudar maneira de Tributação das microempresas"

Autor: Ricardo Marques

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Quando: 18/03/2008

Comissão vota nova regra para tributos de microempresas A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio pode votar na quarta-feira (19) o Projeto de Lei Complementar 111/07, do deputado Geraldo Thadeu (PPS-MG), que autoriza as micro e pequenas empresas a receber e transferir créditos relativos a impostos e contribuições. O deputado lembra que, atualmente, as empresas que aderem ao Supersimples estão impedidas de transferir créditos como os relativos ao ICMS para empresas de maior porte. Segundo ele, essa restrição reduz o potencial de negócios das microempresas e diminui sua competitividade. O projeto também permite que as micro e pequenas empresas utilizem ou destinem valores a título de incentivo fiscal. O relator, deputado Renato Molling (PP-RS), recomenda a aprovação da proposta.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 12h23
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"COMO ENDIREITAR UM ESQUERDISTA "

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Quando: 17/03/2008

Como endireitar um esquerdista Ser de esquerda é, desde que essa classificação surgiu na Revolução Francesa, optar pelos pobres, indignar-se frente à exclusão social, inconformar-se com toda forma de injustiça ou, como dizia Bobbio, considerar aberração a desigualdade social. Ser de direita é tolerar injustiças, considerar os imperativos do mercado acima dos direitos humanos, encarar a pobreza como nódoa incurável, julgar que existem pessoas e povos intrinsecamente superiores a outros. Ser esquerdista - patologia diagnosticada por Lênin como doença infantil do comunismo - é ficar contra o poder burguês até fazer parte dele. O esquerdista é um fundamentalista em causa própria. Encarna todos os esquemas religiosos próprios dos fundamentalistas da fé. Enche a boca de dogmas e venera um líder. Se o líder espirra, ele aplaude; se chora, ele entristece; se muda de opinião, ele rapidinho analisa a conjuntura para tentar demonstrar que na atual correlação de forças... O esquerdista adora as categorias acadêmicas da esquerda, mas iguala-se ao general Figueiredo num ponto: não suporta cheiro de povo. Para ele, povo é aquele substantivo abstrato que só lhe parece concreto na hora de cabalar votos. Então o esquerdista se acerca dos pobres, não preocupado com a situação deles, e sim com um único intuito: angariar votos para si e/ou sua corriola. Passadas as eleições, adeus trouxas, e até o próximo pleito! Como o esquerdista não tem princípios, apenas interesses, nada mais fácil do que endireitá-lo. Dê-lhe um bom emprego. Não pode ser trabalho, isso que obriga o comum dos mortais a ganhar o pão com sangue, suor e lágrimas. Tem que ser um desses empregos que pagam bom salário e concedem mais direitos que exige deveres. Sobretudo se for no poder público. Pode ser também na iniciativa privada. O importante é que o esquerdista se sinta aquinhoado com um significativo aumento de sua renda pessoal. Isso acontece quando ele é eleito ou nomeado para uma função pública ou assume cargo de chefia numa empresa particular. Imediatamente abaixa a guarda. Nem faz autocrítica. Simplesmente o cheiro do dinheiro, combinado com a função de poder, produz a imbatível alquimia capaz de virar a cabeça do mais retórico dos revolucionários. Bom salário, função de chefia, mordomias, eis os ingredientes para inebriar o esquerdista em seu itinerário rumo à direita envergonhada - a que age como tal mas não se assume. Logo, o esquerdista muda de amizades e caprichos. Troca a cachaça pelo vinho importado, a cerveja pelo uísque escocês, o apartamento pelo condomínio fechado, as rodas de bar pelas recepções e festas suntuosas. Se um companheiro dos velhos tempos o procura, ele despista, desconversa, delega o caso à secretária, e à boca pequena se queixa do chato. Agora todos os seus passos são movidos, com precisão cirúrgica, rumo à escalada do poder. Adora conviver com gente importante, empresários, ricaços, latifundiários. Delicia-se com seus agrados e presentes. Sua maior desgraça seria voltar ao que era, desprovido de afagos e salamaleques, cidadão comum em luta pela sobrevivência. Adeus ideais, utopias, sonhos! Viva o pragmatismo, a política de resultados, a cooptação, as maracutaias operadas com esperteza (embora ocorram acidentes de percurso. Neste caso, o esquerdista conta com o pronto socorro de seus pares: o silêncio obsequioso, o faz de conta de que nada houve, hoje foi você, amanhã pode ser eu...). Lembrei-me dessa caracterização porque, dias atrás, encontrei num evento um antigo companheiro de movimentos populares, cúmplice na luta contra a ditadura. Perguntou se eu ainda mexia com essa gente da periferia. E pontificou: Que burrice a sua largar o governo. Lá você poderia fazer muito mais por esse povo. Tive vontade de rir diante daquele companheiro que, outrora, faria um Che Guevara sentir-se um pequeno-burguês, tamanho o seu aguerrido fervor revolucionário. Contive-me, para não ser indelicado com aquela figura ridícula, cabelos engomados, trajes finos, sapatos de calçar anjos. Apenas respondi: Tornei-me reacionário, fiel aos meus antigos princípios. E prefiro correr o risco de errar com os pobres do que ter a pretensão de acertar sem eles. * Frei dominicano. Escritor [Autor de Calendário do Poder, Batismo de Sangue (Rocco), entre outros livros].



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Escrito por RICARDO MARQUES às 11h49
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"Educação param em Goiás"

Autor: RICARDO MARQUES

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Quando: 17/03/2008

Mais de 90% da Educação param em Goiás por atendimento de reivindicações locais e pela aprovação do Piso Salarial Nacional “Correspondeu às nossas expectativas a paralisação com mobilização dos professores e funcionários da rede estadual e das redes municipais em todas as cidades goianas durante todo dia de hoje (14/03). Tivemos uma paralisação de mais de 80% de todas as escolas, e isso prova que temos uma categoria disposta a lutar pela aprovação do Piso Salarial Nacional defendido pela CNTE e pelo Sintego, além de estar disposta a denunciar os desmandos do governo Alcides com a Educação em Goiás”. Com estas palavras, o presidente do Sintego, professor Domingos Pereira, manifestou o que ele considera ter sido um “sucesso total” o 14 de março em Goiânia e nas cidades do interior do Estado. Na capital, cerca de 5 mil trabalhadores reuniram-se às 9 horas no estacionamento da Catedral Metropolitana, de onde – munidos de faixas, bandeiras e cartazes – saíram em passeata pelas principais ruas do Centro. Também participaram do evento alunos de diversas escolas. “Os alunos não tiveram a aula tradicional hoje, mas tiveram, com certeza, uma aula de cidadania”, enfatizou Domingos. Truculência Ao passarem na porta do Palácio Pedro Ludovico – sede do gabinete do governador –, fizeram uma pequena parada para rápidas falações e para entoarem palavras de ordem. Entretanto, alguns dos manifestantes, por discordarem da truculência de alguns policias, que “exigiam a desobstrução da rua”, foram agredidos com gás de pimenta desferido por um tenente da PM identificado como Antônio. “Nossa manifestação foi pacífica. A rua é pública. A polícia não tem que ficar ditando ordens de como temos que nos portar. Não somos bandidos, éramos apenas manifestantes em passeata denunciando a falta de respeito do governo Alcides para com a Educação. Portanto, lamentamos a postura de policias que mostram total despreparo para atuar em situações que envolvam aglomerados de pessoas. Diante da truculência do policial, vamos solicitar que o secretário de Segurança Pública tome as devidas medidas contra ele”. Indignou-se o presidente do Sintego. Praça do Bandeirante Entretanto, para o presidente do Sintego, apesar do lamentável incidente, a manifestação conseguiu o seu objetivo: mostrar para a população nas ruas e nos lares (através da cobertura massiva da imprensa) de que é preciso aprovar logo um piso para os trabalhadores da Educação e de que é preciso que toda a sociedade cobre do governador Alcides Rodrigues a atenção devida à Educação em Goiás. Domingos destacou como ponto alto da manifestação quando os manifestantes fecharam totalmente o coração de Goiânia, a Praça do Bandeirante, por cerca de 15 minutos, e realizaram um rápido ato público denunciando as mazelas da Educação em Goiás e a importância da aprovação o mais breve possível do Piso Salarial Nacional pela Câmara e o Senado. “Estamos convencidos de que se nosso movimento já era forte, neste ano ele virá ainda com mais força, participação e vitória”, sinalizou.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 11h48
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"Educação param em Goiás"

Autor: RICARDO MARQUES

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Quando: 17/03/2008

Mais de 90% da Educação param em Goiás por atendimento de reivindicações locais e pela aprovação do Piso Salarial Nacional “Correspondeu às nossas expectativas a paralisação com mobilização dos professores e funcionários da rede estadual e das redes municipais em todas as cidades goianas durante todo dia de hoje (14/03). Tivemos uma paralisação de mais de 80% de todas as escolas, e isso prova que temos uma categoria disposta a lutar pela aprovação do Piso Salarial Nacional defendido pela CNTE e pelo Sintego, além de estar disposta a denunciar os desmandos do governo Alcides com a Educação em Goiás”. Com estas palavras, o presidente do Sintego, professor Domingos Pereira, manifestou o que ele considera ter sido um “sucesso total” o 14 de março em Goiânia e nas cidades do interior do Estado. Na capital, cerca de 5 mil trabalhadores reuniram-se às 9 horas no estacionamento da Catedral Metropolitana, de onde – munidos de faixas, bandeiras e cartazes – saíram em passeata pelas principais ruas do Centro. Também participaram do evento alunos de diversas escolas. “Os alunos não tiveram a aula tradicional hoje, mas tiveram, com certeza, uma aula de cidadania”, enfatizou Domingos. Truculência Ao passarem na porta do Palácio Pedro Ludovico – sede do gabinete do governador –, fizeram uma pequena parada para rápidas falações e para entoarem palavras de ordem. Entretanto, alguns dos manifestantes, por discordarem da truculência de alguns policias, que “exigiam a desobstrução da rua”, foram agredidos com gás de pimenta desferido por um tenente da PM identificado como Antônio. “Nossa manifestação foi pacífica. A rua é pública. A polícia não tem que ficar ditando ordens de como temos que nos portar. Não somos bandidos, éramos apenas manifestantes em passeata denunciando a falta de respeito do governo Alcides para com a Educação. Portanto, lamentamos a postura de policias que mostram total despreparo para atuar em situações que envolvam aglomerados de pessoas. Diante da truculência do policial, vamos solicitar que o secretário de Segurança Pública tome as devidas medidas contra ele”. Indignou-se o presidente do Sintego. Praça do Bandeirante Entretanto, para o presidente do Sintego, apesar do lamentável incidente, a manifestação conseguiu o seu objetivo: mostrar para a população nas ruas e nos lares (através da cobertura massiva da imprensa) de que é preciso aprovar logo um piso para os trabalhadores da Educação e de que é preciso que toda a sociedade cobre do governador Alcides Rodrigues a atenção devida à Educação em Goiás. Domingos destacou como ponto alto da manifestação quando os manifestantes fecharam totalmente o coração de Goiânia, a Praça do Bandeirante, por cerca de 15 minutos, e realizaram um rápido ato público denunciando as mazelas da Educação em Goiás e a importância da aprovação o mais breve possível do Piso Salarial Nacional pela Câmara e o Senado. “Estamos convencidos de que se nosso movimento já era forte, neste ano ele virá ainda com mais força, participação e vitória”, sinalizou.



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Escrito por RICARDO MARQUES às 11h45
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